Formação “O Pinhão, um recurso financeiro de futuro”

flyer formação março2014FOLHA 2_Page_1ENQUADRAMENTO

O Pinheiro manso é uma das espécies florestais mais interessantes, por isso, têm sido realizados elevados investimentos que implicaram um aumento significativo das áreas de pinheiro-manso (46% em área total entre 1995 e 2010), que totalizam atualmente 175.000 hectares, essencialmente na bacia mediterrânea, prevalecendo em Portugal um pouco por todo o país. A produção de semente, o pinhão para a indústria alimentar, constitui atualmente a sua principal exploração, sendo uma fonte de rendimento importante, acarretando um interesse no investimento desta espécie, com grandes potencialidades em muitas regiões do Pais.

PROGRAMA

I – Instalação do Pinheiro manso para fruto (3 horas)

1.1. Exigências do solo

1.2. Transformar solos agrícolas com pouca rentabilidade em Solos florestais a produzir pinhão

1.2. Proveniência

1.2. Compassos;

1.3 – Melhoria Genética: Pomares Clonais

II – Condução do Pinheiro manso para fruto  (11 horas)

2.1. Enxertia

2.2. Desrama;

2.3. Limpeza

2.4. Rega e adubação

2.5. Aplicações Práticas no terreno – enxertias – 7 horas – 2 formadores

III – Visita povoamentos de Pinheiro manso em Carregal do Sal e Penalva do Castelo (7 horas)
IV– Valorização económica do pinhão – 5 horas

4.1Cultura do Pinheiro manso/ Qualidade pinhão

4.2.Comercialização

4.3. Unidade de Produção –

4.4. Avaliação económica – simulador

V – Sanidade  (2 horas)

5.1. Pragas do Pinheiro manso;

5.2. Doenças do pinheiro manso

 

FORMADORES

MANUELA CARDOSO

Licenciada Engenharia Florestal pelo Instituto Superior Agrário. Estágio curricular na Estação Florestal Nacional na área de melhoramento de Pinheiro manso. Mestrado no Instituto Superior Técnico em Sistemas de Informação Geográfico. Responsável pelas Regiões de Proveniência do Pinheiro manso em Portugal Continental. Desempenhou funções técnicas no IFADAP (Instituto de Financiamento e Apoio ao Desenvolvimento da Agricultura e Pescas), foi investigadora na Estação Florestal (em Melhoramento Florestal) e no PROLUNP (Programa de Luta Contra Nemátodo da Madeira do Pinheiro). Formadora em cursos de enxertia e melhoramento florestal de Pinheiro manso.

 

JOANA CARDOSO

Licenciada em Engenharia Recursos Florestais pela Escola Agrária de Coimbra. Desempenha funções técnicas há 4 anos na Associação  dos Produtores Florestais da Região de Alcobaça, sendo responsável técnica no departamento  do Pinheiro manso. Experiência alargadas na elaboração e execução de projetos florestais de instalação de Pinheiro manso, financiados pelo Proder(Instalação e Melhoria produtiva).  Experiência como formadora (superior a 100 horas) na técnica de enxertia, podas e desbastes em Pinheiro manso.

 

MARIANA RIBEIRO TELLES

Licenciada em Engenharia Agrícola pela Universidade de Évora. Desempenha funções técnicas há 20 anos na Associação dos Produtores Florestais de Coruche, sendo responsável técnica na área do Pinheiro manso:  elabora  e acompanha  projetos de pinheiro manso; é responsável pelo 1º povoamento (8ha) de produção de garfos, instalado com árvores plus de proveniência. Apresentação dos resultados obtidos com o seu trabalho na Associação ao nível do Pinheiro manso em vários seminários e workshops.

 

PEDRO NAVE

Licenciado em Biologia Aplicada em Recursos Animais e Doutoramento em Biologia  Populacional, ambos pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Entomólogo Florestal, ligado às pragas e doenças do pinheiro manso e com especial no “sugador das pinhas”, Leptoglossus occidentalis.

 

HELIO CECÍILIO

Técnico Agrário pela Escola Superior Agrária de Santarém, herdou o negócio dos pais como fabricante de pinhão. Empresário há mais de 40 anos na produção de pinhão, coproprietário de uma das maiores empresas da Europa de produção, descasque e comércio de pinhão, fundada em 1980 e que ao longo do tempo tem modernizado os processos produtivos e estabelecido uma política de qualidade. Faturação anual média do Grupo: 11 milhões de euros, Volume médio exportado: 80% (pinhão), Produção anual média: 250 TON/ano de miolo de pinhão.  http://www.cecilio.pt/

 

Dias: 3, 4, 10 e 11 de Abril

Local – VISEU

Preço – 185 euros para sócio e 215 não associado:

(este valor não engloba as deslocações para as visitas e aplicações práticas em Carregal do Sal e Penalva do Castelo)

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